
A prática do BTT dá origem a desafios e momentos de lazer incomparáveis. Os "Camiños" e as grandes distâncias são metas cumpridas e estímulos para novas apostas. Em autonomia... na companhia de amigos, hão-de surgir outros reptos e outros trilhos para descobrir!
terça-feira, 30 de novembro de 2010
BH Speedrom 2011

quinta-feira, 25 de novembro de 2010
As MAVIC YKSION K10...
Para comemorar o 10 º aniversário da Ksyrium e melhorar a sua resposta, a Mavic desenvolveu conjuntamente as tecnologias da roda com a dos pneus, ISM3D pneus assimétricos, de duplo-composto e rolamento de grande porte radiado Isopulse.

- Baixa inércia com a mesma rigidez: ISM3D
- Grande transmissão de força: PowerLink muito alta, irradiada Isopulse
- Baixa resistência ao rolamento: GripLINK Dual Compound
A Ksyrium mais leve: 2100 gramas, incluindo pneus e câmaras
Sistema roda-pneu seguro e resistente

- Rodas Super leves: aro Maxtal, raios Zicral, cubo dianteiro de carbono
- Tecnologia Mavic apresentada: aro Maxtal, união SUP, perfuração Fore
- Pneus duráveis e resistentes: Composto GripLINK Dupla, secção regular
- Peso: 1.470 gramas o par
Roda da frente: 638 gramas
Roda traseira: 832 gramas
terça-feira, 23 de novembro de 2010
VI Trilhos da Raia | 17OUT10
Este ano, fi-los de forma descontraída na companhia dos amigos: Jorge Oliveira e Nuno Maia.
sábado, 20 de novembro de 2010
Alcains - Fátima 2010
Este ano optei por conhecer novos trilhos, com reconhecimentos previamente feitos pelo amigo Cabaço, com zonas de paragem e de apreciação de gastronomia regional…
A “equipa” era formada pelos amigos Cabaço e o seu irmão Luís, o Nuno Eusébio, o Pedro Barroca, o João Afonso, o João Caetano, o Luís Lourenço e eu.Saí de Alcains, debaixo de uma chuva miudinha pelas 7h15 até Castelo Branco, para me encontrar com o restante pessoal e pouco depois das 08h seguimos o azimute na direcção do Sardoal, onde pernoitaríamos no final da 1ª etapa.
Para além de já ser o 2º ano, entretanto a ida a Santiago de Compostela, deu-me experiência para enfrentar estas distâncias de uma forma divertida, em que o planeamento é importante, a lista do que nos faz falta já começa a ser a mesma… e o espírito nestes trajectos é o de autonomia total, mantendo um ritmo baixo (não é uma prova) mas persistente, de modo a atingir os objectivos previamente estabelecidos. Para isso, para além da preparação física, é muito importante manter a máquina (bike) bem afinada e preparada para estas exigências de longa distância e desta vez debaixo de condições climatéricas um pouco mais exigentes.
Há algum tempo que deixei a chamada “competição” e aqui mais do que nunca, para além de “peregrino” essa vertente fica completamente de lado, dando origem à confraternização à inter-ajuda e à apreciação de cada recanto destes trilhos, e desta vez eram na sua maioria, novidade para mim. Aqui “houve mão” do amigo Cabaço, que com a sua mestria, apresentou-nos uns trilhos soberbos, aqui e ali mais exigentes mas na sua extensão foram de facto ESPECTACULARES! Chegámos ao Sardoal ao cair da noite, depois das máquinas lavadas, e devidamente parqueadas, fomos até à residencial, tomámos um banho bem quente e reconfortante. Depois de um jantar bem merecido, e como a residencial no rés-do-chão tinha um bar, foi aí que optámos beber umas fresquinhas antes de dormir.
Na manhã seguinte, bem cedo, iniciámos a 2ª e última etapa na direcção de Fátima.
A chegada deu-se por volta das 14h… com a satisfação de mais uma etapa concluída. Após a foto da praxe, e banho tomado, as famílias juntaram-se na apreciação de um farnel.
Quero deixar aqui, a todos os que me acompanharam, um abraço e que novos trilhos nos façam juntar… e às famílias… a paciência que têm para aturar estas “nóias”…
Muito obrigado a todos.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Ainda sobre o camiño... a opinião do Did.
A minha vida profissional afastou-me de Alcains e consequentemente a hipótese de pedalar, pois Lisboa não é muito convidativa (aparentemente). Até que no ano 2000 por influência do amigo Paulo Fernandes re-descubro o BTT e a magnífica Serra de Sintra.
Apesar de estar habituado ao futebol e corrida, os 20/25km dos primeiros passeios significavam sempre um empeno terrível, felizmente com o treino os km aumentaram e os empenos diminuiram.
Mas o bichinho foi aumentando e cada vez que lia reportagens sobre evasões e grandes travessias, deliciava-me com aquelas aventuras que considerava inatingíveis, mas que no fundo adoraria poder um dia realizar.
O 1º grande teste foi a Travessia Cabo da Roca – Alcains (Maio 2008) realizado em autonomia total, juntamente com mais 6 amigos, com a duração de 3 dias.
O conviver com amigos que já haviam realizado o Caminho Francês e a partilha dessas experiências/aventuras levou-me a pensar que talvez não fosse de todo impossível partir numa aventura além fronteiras daquelas que eu só costumava ver nas revistas de BTT.
Após tentativa gorada duns amigos em realizar o Caminho Francês em 2009, resolvi agendar com tempo o desafio/ aventura para o ano seguinte.
Assim que falei com o pessoal do costume houveram logo muitos interessados
A preparação mental durou mais de 1 ano, assim como o planeamento da viagem, a escolha do equipamento, com grandes discussões sobre a melhor forma de levar o material, se Mochila, Alforges ou Extra Whell.
Felizmente nunca descurei a parte do treino, e apesar das limitações, consegui treinar sempre pelo menos 1 vez por semana, mesmo no inverno rigoroso com 4ºC e com chuva em Dezembro, deu bastante jeito para ultrapassar o que parecia por vezes inultrapassável.
Quando iniciei o tópico no ProjectoBTT.com os amigos começaram a manifestar interesse em participar, parecia que íamos fazer uma romaria tal era o nº de interessados, lembro-me de sermos pelo menos 14
No entanto, por motivos pessoais, profissionais, etc...
Apenas 4 puderam alinhar nesta aventura além de mim o Raptor, presente desde o início, o Malheiro confirmado duas semanas antes e o PGuedes limitado pelo calendário, tinha de trabalhar domingo 6 de Junho. Após conferenciar com os restantes aventureiros conseguimos antecipar a ida 3 dias, de forma a que o PGuedes pudesse aproveitar o máximo do Caminho.
Assim sendo, saímos a 30 de Junho e não a 2 de Julho como inicialmente previsto.
A grande baixa de última hora foi o Bête des Vosges
Mas ainda assim não nos quis deixar partir sem se ir despedir de nós, deixando-nos à entrada do mítico Sud-Express.
Após mais de um ano de planeamento, pesquisa, reuniões virtuais, treinos... de repente vemo-nos a caminho de França no mítico sud-express.
Mas a verdadeira sensação de estar no Caminho só aconteceu após ter o 1º carimbo na Credencial, na Citadela de St Jean Pied de Port!